Institucionalização e Prática da Análise de Impact

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SUMÁRIO
SIGLAS …………………………………………………………………………………………………… 9

COLABORADORES ………………………………………………………………………………… 12
PREFÁCIO ………………………………………………………………………………………………. 15
APRESENTAÇÃO ……………………………………………………………………………………. 19
NOTA DOS DIRETORES DO COMITÊ DE REGULAÇÃO DO IBRAC ……….. 26
1. Introdução …………………………………………………………………………………………… 28
2. Metodologia ………………………………………………………………………………………… 36
2.1 Análise de procedimentalização da AIR 37
2.2 Análise de “casos concretos” de AIR 42
2.3 Sobre o levantamento da Consulta Pública n. 01/2017 50
3. Contexto de institucionalização da AIR no âmbito federal …………………………. 52
3.1 Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para Gestão em Regulação 52
3.2 AIR Análise de Impacto Regulatório: projetos de introdução no ordenamento jurídico em nível legislativo 54
3.2.1 O PLS n. 52/2013 (PL n. 6.621/2016) …………………………………. 56
3.2.2 Substitutivo CTASP ao PL n. 1.539/2015 apresentado em 17 de maio de 2016 ……………………………………………………………………………….. 57
3.2.3 Substitutivo CTASP ao PL n. 1.539/2015 apresentado em 27 de novembro de 2017 ………………………………………………………………………… 61
3.3 Diretrizes Gerais AIR e Guia AIR da SAG 62
3.3.1 Diretrizes Gerais AIR ……………………………………………………….. 63
3.3.2 Guia AIR ………………………………………………………………………… 67
3.4 Conclusões parciais 69
4. AIR nas Agências Reguladoras Federais …………………………………………………. 71
4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica 71
4.1.1 Contexto de institucionalização da AIR ………………………………. 71
4.1.2 Universo de análise…………………………………………………………… 77
4.1.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 81
4.1.4 Conclusões parciais ………………………………………………………….. 91
4.2 Agência Nacional de Telecomunicações 92
4.2.1 Contexto de institucionalização da AIR ………………………………. 92
4.2.2 Universo de análise…………………………………………………………… 94
4.2.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 99
4.2.4 Conclusões parciais ………………………………………………………….. 107

4.3 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis 108
4.3.1 Contexto de institucionalização da AIR ……………………………….. 108
4.3.2 Universo de análise …………………………………………………………… 109
4.3.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 111
4.3.4 Conclusões parciais …………………………………………………………… 127
4.4 Agência Nacional de Vigilância Sanitária 128
4.4.1 Procedimento normativo ……………………………………………………. 128
4.4.2 Universo de análise …………………………………………………………… 131
4.4.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 134
4.4.4 Conclusões parciais …………………………………………………………… 145
4.5 Agência Nacional de Saúde Suplementar 146
4.5.1 Contexto de institucionalização da AIR ……………………………….. 146
4.5.2 Universo de análise …………………………………………………………… 149
4.5.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 151
4.5.4 Conclusões parciais …………………………………………………………… 158
4.6 Agência Nacional das Águas 160
4.6.1 Contexto de institucionalização da AIR ……………………………….. 160
4.6.2 Universo de análise …………………………………………………………… 165
4.6.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 166
4.6.4 Conclusões parciais …………………………………………………………… 170
4.7 Agência Nacional de Transportes Aquaviários 172
4.7.1 Contexto de institucionalização da AIR ……………………………….. 172
4.7.2 Universo de análise …………………………………………………………… 175
4.7.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 176
4.7.4 Conclusões parciais …………………………………………………………… 190
4.8 Agência Nacional de Transportes Terrestres 191
4.8.1 Contexto de institucionalização da AIR ……………………………….. 191
4.8.2 Universo de análise …………………………………………………………… 195
4.8.3 Resultado da análise ………………………………………………………….. 200
4.8.4 Conclusões parciais …………………………………………………………… 215
4.9 Agência Nacional do Cinema 217
4.9.1 Contexto de institucionalização da AIR ……………………………….. 217
4.9.2 Universo de Análise ………………………………………………………….. 222
4.9.3 Resultados da Análise ……………………………………………………….. 222
4.9.4 Conclusões Parciais …………………………………………………………… 228
4.10 Agência Nacional de Aviação Civil 230
4.10.1 Contexto de institucionalização da AIR ……………………………….. 230
4.10.2 Universo de análise …………………………………………………………… 237
4.10.3 Resultados da análise ………………………………………………………… 242
4.10.4 Conclusões parciais …………………………………………………………… 252
5. Diagnóstico e ponderações sobre a procedimentalização e a prática de AIR nas agências reguladoras federais ………………………………………………………………………. 255
5.1 Procedimentalização e contexto de institucionalização da AIR 256
5.1.1 Previsão normativa, procedimento, guia ou outros materiais, obrigatoriedade, hipótese e exceções ……………………………………………….. 257
5.1.2 Início da AIR ……………………………………………………………………. 259

5.1.3 Histórico …………………………………………………………………………. 259
5.1.4 Objetivos da adoção da AIR ………………………………………………. 260
5.1.5 AIRs já elaboradas ……………………………………………………………. 261
5.1.6 Conceito normativo ………………………………………………………….. 262
5.1.7 Atribuição da AIR e outros aspectos organizacionais (órgão de consulta, etc.) ……………………………………………………………………………….. 262
5.1.8 Previsão de duração/custo …………………………………………………. 264
5.1.9 Etapas procedimentais / elementos considerados na AIR……….. 265
5.1.10 Publicidade da AIR…………………………………………………………… 272
5.1.11 Formato ………………………………………………………………………….. 273
5.1.12 Estabelecimento de níveis para AIR ……………………………………. 274
5.1.13 Outros elementos relevantes ………………………………………………. 276
5.2 Análise dos “casos 276
5.2.1 Definição do problema ……………………………………………………… 277
5.2.2 Definição dos objetivos, alinhamento à política pública setorial e justificativa da competência da agência ……………………………………………. 278
5.2.3 Identificação das opções ……………………………………………………. 280
5.2.4 Pré-consulta …………………………………………………………………….. 282
5.2.5 Método de análise …………………………………………………………….. 283
5.2.6 Levantamento de dados …………………………………………………….. 287
5.2.7 Referências estrangeiras e internacionais, e de outros setores regulados …………………………………………………………………………………….. 288
5.2.8 Contratação de técnicos externos ……………………………………….. 289
5.2.9 Consulta e audiência pública ……………………………………………… 289
5.2.10 Linguagem acessível ao público …………………………………………. 292
5.2.11 Definição do nível de AIR …………………………………………………. 292
5.2.12 Justificativa da escolha da opção selecionada ………………………. 293
5.2.13 Deliberação do órgão superior da agência ……………………………. 294
5.2.14 Monitoramento ………………………………………………………………… 294
5.2.15 Tempo e custo da AIR ………………………………………………………. 295
5.2.16 Conformidade com a regulamentação …………………………………. 295
5.2.17 Efetividade da AIR …………………………………………………………… 296
6. Articulação de competências entre as agências reguladoras e os órgãos do SBDC no âmbito da AIR ……………………………………………………………………………………… 298
6.1 Transparência e diálogo com os interessados no processo regulatório: AIR e advocacia da concorrência como procedimentos administrativos 298
6.2 Proposta de articulação de competências entre as agências reguladoras e os órgãos do SBDC no âmbito da AIR 304
Considerações finais ………………………………………………………………………………….. 317
REFERÊNCIAS ……………………………………………………………………………………….. 327
DOCUMENTOS INTERNACIONAIS …………………………………………………………… 331
DECISÕES ADMINISTRATIVAS E JUDICIAIS E PARECERES ADMINISTRATIVOS 332
LEGISLAÇÃO E NORMAS ADMINISTRATIVAS ………………………………………….. 333